Meio ambiente
Leonardo DiCaprio compartilha foto de onça feita por fotógrafo de MS
A imagem é do fotógrafo sul-mato-grossense Gustavo Figueiroa
Publicado em 17/10/2026 às 09:42
A foto de uma onça-pintada bebendo água às margens de um rio no Pantanal teve destaque internacional após ter uma fotografia compartilhada nesta sexta-feira (16) pelo ator de Hollywood Leonardo DiCaprio. A imagem é do fotógrafo sul-mato-grossense Gustavo Figueiroa, que comemorou a publicação e brincou com a conexão inesperada do seu trabalho e o astro do filme “Titanic”.
“Do Titanic à conservação da vida selvagem, fico feliz de ter cruzado seu caminho de alguma forma, nem que seja por uma foto!”, publicou.
Na publicação, o fotógrafo também destacou o trabalho da organização ambiental na recuperação e proteção de espécies ameaçadas pelo mundo. “É uma honra ter minha foto postada pelo Leonardo DiCaprio e pela Rewild, organização que ele é cofundador e faz um trabalho incrível”, escreveu Gustavo.
Além de compartilhar a fotografia da onça-pintada, DiCaprio publicou um texto sobre novas iniciativas internacionais para proteger animais e plantas ameaçados de extinção. “Prevenir a extinção não é suficiente. Precisamos trazer espécies ameaçadas de volta da beira e recuperá-las”, escreveu o ator.
Foto publicada no Instagram tem milhares de curtidas e comentários de toda parte do mundo.
O texto faz referência à Conferência da ONU sobre Biodiversidade (COP17) e destaca o avanço de ações globais voltadas à recuperação de espécies ameaçadas.
Segundo a publicação, 17 países, liderados pela Armênia e pela Colômbia, aderiram à CARES (Coalizão de Ação para Recuperar Espécies Ameaçadas de Extinção). O compromisso é acelerar os esforços para evitar extinções e alcançar resultados concretos na recuperação das espécies.
DiCaprio também anunciou a formação da Species Recovery Alliance, uma aliança que reúne nove financiadores e organizações filantrópicas, incluindo a Re, da qual é cofundador. Juntos, os participantes se comprometeram a alinhar mais de US$ 500 milhões em cinco anos para apoiar a recuperação de espécies extintas na natureza e daquelas classificadas como criticamente ameaçadas ou ameaçadas de extinção.
Fonte: Clayton Neves/Campo Grande News
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