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Programa Cisternas

Cisternas de 16 mil litros vão a 13 cidades de MS em contrato de R$ 6,9 milhões

No total, estão previstas 665 cisternas em dois lotes de municípios sul-mato-grossenses

Publicado em 26/06/2026 às 08:57

Exemplo de estrutura de cisterna em comunidade no interior de MS (Foto: Divulgação)

O Governo de Mato Grosso do Sul confirmou contrato para instalação de cisternas de 16 mil litros em 13 municípios do Estado por meio do Programa Cisternas, iniciativa do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome. A medida aparece em publicação no Diário Oficial desta sexta-feira (26) e envolve ações de acesso à água em comunidades rurais vulneráveis à estiagem.

O projeto prevê a implementação da chamada tecnologia social de captação de água da chuva, com uso de cisternas de ferrocimento de 16 mil litros, modelo padronizado pelo programa federal. A execução ficará a cargo de entidade contratada para mobilizar famílias, cadastrar beneficiários e acompanhar a instalação dos equipamentos.

No total, estão previstas 665 cisternas em dois lotes de municípios sul-mato-grossenses, com valor global de aproximadamente R$ 6,97 milhões.

No Lote 1, serão atendidos Bonito, Corguinho, Corumbá, Ladário e Miranda, com meta de 330 unidades. Já o Lote 2 inclui Aquidauana, Bodoquena, Itaquiraí, Maracaju, Nioaque, Pedro Gomes, Porto Murtinho e Sonora, somando 335 cisternas.

O contrato estabelece ainda regras de execução, como registro das etapas em sistema específico, assinatura de termos de recebimento pelos beneficiários e manutenção das estruturas por período determinado após a entrega. As famílias contempladas devem ser de baixa renda e residentes em áreas rurais atingidas por seca ou irregularidade no abastecimento de água.

Embora o programa tenha foco histórico no semiárido, a expansão para regiões como o Pantanal e áreas de transição em Mato Grosso do Sul reforça a tentativa de reduzir a dependência de abastecimento irregular no campo.

Ainda assim, a execução depende de cronogramas, metas e fiscalização do processo, que costuma ser um dos pontos mais sensíveis em políticas desse tipo.

Fonte: Ângela Kempfer/Campo Grande News

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