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Desaparecido

Trabalhador que extraía areia em balsa é encontrado morto em Corguinho

A vítima foi conhecida como Edson Correia de Lima, de 58 anos

Publicado em 21/07/2026 às 08:12
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Edson Correia de Lima, de 58 anos, trabalhava havia anos em um areeiro no Recanto dos Pintados, em Corguinho (Foto: Arquivo pessoal)

Edson Correia de Lima, de 58 anos, que trabalhava havia muitos anos na draga do Areieiro Eliane, foi encontrado morto nesta segunda-feira (20), no Recanto dos Pintados, em Corguinho.

De acordo com o boletim de ocorrência, Edson estava desaparecido desde a manhã de sexta-feira (17), por volta das 9h. A Polícia Militar foi comunicada pelo Corpo de Bombeiros, após a localização do corpo.

A Polícia Civil foi até o local e recebeu a informação de que o corpo estava encostado em uma pedra, a aproximadamente 600 metros do ponto onde o trabalhador havia desaparecido.

O filho da vítima acompanhou o atendimento e depois compareceu à delegacia para formalizar a ocorrência. Ele relatou que, no dia do desaparecimento, o pai extraía areia em uma balsa e despejava o material em uma caixa onde outro trabalhador atuava.

Esse funcionário percebeu que Edson não respondia pelo rádio e pediu que um colega verificasse o que estava acontecendo. Ao chegar à draga, o trabalhador não encontrou ninguém.

Corpo de Edson foi localizado pelo Corpo de Bombeiros, nesta segunda-feira, a cerca de 600 metros da draga onde trabalhava (Foto: Direto das Ruas)

O caso foi comunicado ao delegado responsável, que determinou o acionamento da perícia técnica. O caso foi registrado como morte por afogamento.

Filho único da vítima, Edvan Pereira de Lima conversou com o Campo Grande News na manhã desta terça-feira. Ele descreveu o pai como “um homem de bem com a vida, companheiro”, além de feliz e divertido.

Edvan contou que o pai havia se casado novamente há cerca de quatro anos e morava com a esposa em uma chácara ao lado do areeiro. Segundo ele, Edson era conhecido e querido em Rochedo.

“Todo mundo aqui em Rochedo conhecia e gostava dele. Para ele, não tinha tempo ruim. Era o responsável por chegar mais cedo ao areeiro e fazer o cafezinho dos colegas todos os dias”, relatou.

A família ainda aguardava a liberação do corpo pelo IML (Instituto Médico Legal) para realizar uma despedida breve. Edson deixa a esposa, o filho e um neto de 10 anos.

Segundo Edvan, no dia do desaparecimento, a draga foi encontrada ligada e desgovernada, próxima à margem oposta do rio. No local, os trabalhadores localizaram apenas o celular da vítima. Amigos e familiares participaram das buscas, realizadas tanto no rio quanto na mata, ao lado de policiais militares e bombeiros.

Fonte: Bruna Marques/Campo Grande News

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